No verdadeiro e célebre rigor encontra-se aquilo que menos esperamos.
Nele, a regressão supera a progressão. Existem discrepâncias que não nos deixam crescer, acabamos assim sujeitos ao poder do tempo, nunca podendo aplicar o nosso saber rotacional àquilo que nos rodeia. Convergimos em torno de uma realidade inexistente onde idealizamos o sabor de algo mais, mas acabamos por saborear amargamente aquilo que desejamos.
Torna-se entediante..

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