A nossa viagem pelo mundo começa de pequenino. Desde aí procuramos dar um rumo à nossa vida, um “sentido”.
Nessa fase das nossas vidas nada nos preocupa, no entanto, à medida que o tempo passa verificamos que não é assim tão fácil, somos por vezes obrigados a escolher, manifestando-se uma certa falta de liberdade devido à sociedade que nos envolve.
Mas afinal o que significa verdadeiramente sentido? Ou melhor, o que será o sentido da vida? Que sentido queremos dar às nossas vidas?
Questões bastante complicadas para pessoas de certa forma inexperientes. Para isso tentamos recorrer a quem já as tenha analisado (ou pelo menos tentado) e verificar se de facto essas respostas são plausíveis e se encaixam também nos nossos horizontes.
Desde cedo tentamos idealizar um objectivo e como é lógico, tentar alcançá-lo. No entanto ao longo deste “caminho” encontramos bastantes obstáculos que nos fazem estar cada vez mais longe do que é o pretendido. Então, visto que a vida é minha, sou eu que faço as escolhas e vejo-me de repente condicionado pelo exterior, que sentido fará a vida para mim? Valerá a pena continuar a viver?
Indagações levantadas anteriormente serão abordadas e de certa forma decifradas ao longo deste trabalho, tanto numa reflexão a um nível mais filosófico como também pessoal.
É essencialmente na adolescência que começamos a construir a nossa personalidade, e tornamo-nos desde então um ser com identidade própria em que as nossas acções são consequência do nosso pensamento.
A partir daí andamos nós a.. vaguear até um dia cairmos...

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